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Adiamento das eleições da APEOESP não se justifica
As eleições da APEOESP foram regularmente agendadas para o dia 25 de maio, de acordo com as deliberações das instâncias do sindicato. Houve intenso debate sobre a oportunidade da eleição nesta data, face ao momento que vivemos, com ataques à classe traba
As eleições da APEOESP foram regularmente agendadas para o dia 25 de maio, de acordo com as deliberações das instâncias do sindicato.
Houve intenso debate sobre a oportunidade da eleição nesta data, face ao momento que vivemos, com ataques à classe trabalhadora em geral e a nossa categoria em particular.
O Conselho Estadual de Representantes - órgão estatutário legítimo para a tomada de decisão sobre este assunto - manteve a data das eleições por ampla maioria, avaliando-se que esta conjuntura se manterá mo próximo período, comprometendo potencialmente qualquer data que viesse a ser agendada.
Entretanto, grupos que fazem oposição à atual direção, ainda que alguns deles dela façam parte, propuseram o adiamento das eleições deste o primeiro momento, independentemente de qualquer fato específico. Agora, novamente, tomando como justificativa as caravanas a Brasília em 23 e 24 de maio, voltam a propor o adiamento, que não procede.
Primeiro, porque a ida a Brasília não coincide com a data da eleição. É perfeitamente possível programar a volta das pessoas (um número pequeno em relação ao universo de dezenas de milhares de associados aptos a votar) em tempo para a participação nas eleições. Segundo, porque a manifestação em Brasília não é da APEOESP, sequer exclusiva da educação. Daremos a nossa contribuição enviando o número máximo possível de ônibus, como sempre nos empenhamos em fazer. 
Terceiro, a conjuntura que vivemos, de desenvolvimento do golpe, ascenso dos movimentos sociais e dificuldades na base aliada do Governo no Congresso Nacional, podem, eventualmente, levar a novo adiamento da votação da reforma da previdência, causando, talvez, uma coincidência exata de datas. A incerteza em que vivemos não nos permite garantir que outro fato relevante não ocorra no próximo período.
Não há, portanto, justificativa suficiente para postergarmos nossas eleições, assim como, por exemplo o Sindicato dos Bancários realizou as suas em pleno processo de realização da greve geral. A APEOESP tem sido uma das principais lideranças na luta contra a reforma da previdência - com participação massiva nas manifestações de 8, 15 e 31 de março e na greve geral de 28 de abril - e continuará a sê-lo, sendo o próprio processo eleitoral um espaço importante de esclarecimento e mobilização.
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