geral

22/11/2008
Seria outra descida de OVNI?
No último sábado, dia 15, casualmente conhecemos um sitiante que, ao saber do trabalho do GEUP (Grupo de Estudos Ufológicos de Piracicaba), disse ter visto algo estranho em seu sítio. No domingo (dia 09) quando desceu a colina em direção ao vale notou que as taboas que ficam em um brejo próximo estavam deitadas formando uma marca. Como isso nunca acontecera antes ficou imaginando que talvez pudesse ser o vento. Quando explicamos sobre as marcas que ÓVNIs deixam quando pousam ou flutuam sobre plantações, principalmente em cana-de-açúcar, ele nos deu permissão para que fossemos ao local dar uma olhada. Estivemos lá nesta terça, apesar de sabermos que muito tempo havia se passado: nove dias da data que ele encontrou a marca, porém o fato poderia ter se dado dias antes dele se deparar com a mesma. O local tem um solo impossível de se andar tendo em vista a presença de muita água com lama forrando todo o fundo onde ficam as taboas. Conforme andamos ou permanecemos parados em qualquer ponto desse lugar, afundamos. Daí a dificuldade que tivemos de poder fotografar ou filmar pontos interessantes da marca. Um dos membros do grupo tentou entrar e depois de três metros distante da borda começou a afundar e acabou desistindo. Porém, no pouco tempo que conseguiu avançar viu uma coisa muito peculiar: as plantas estavam deitadas à partir do centro da marca para todas as direções, muito diferente do que geralmente ocorre em plantações de cana-de-açúcar que segue apenas uma direção. Nas fotos podemos notar que as bordas ainda mantêm as taboas em pé formando o relevo de um desenho oval. As taboas internas a este relevo não estão apenas dobradas, mas amassadas. Depois de tantos dias transcorridos nenhuma delas voltou a se levantar como no caso das canas e temos a certeza de que morrerão desta forma. Como taboa é considerada em muitos lugares como uma “erva daninha”, ela demonstrou ser muito forte porque já estão nascendo novas plantas sobre as que estão caídas.
Infelizmente, por não podermos entrar no local não pudemos fazer medições para averiguação de radiação e campo magnético. Para medir a marca tivemos que fazê-lo pela parte externa onde podíamos caminhar com segurança, por isso a medida é aproximada: 25m X 40m, dando uma área de 100m2. Não há explicações naturais para o ocorrido que demonstra vários detalhes idênticos a casos de descidas de ÓVNIs já estudados. Apesar de ninguém ter visto qualquer objeto descendo nesse local, há testemunhas que dizem ter observado na região um OVNI com forma oval, na cor amarelo-alaranjada, por pelo menos três vezes antes de sabermos do ocorrido. O fato interessante que todos notaram é que ele sobrevoava, a uma altura média, os eucaliptos de uma fazenda produtora de matéria prima para fazer papel, e este brejo é próximo a um dos lados dessa fazenda. Também nunca tivemos notícia de OVNI pousar ou flutuar sobre um mangue. Geralmente eles escolhem cana-de-açúcar, pasto, plantação de trigo e já teve até um caso de descida em bananal.
Em março e abril deste ano tivemos uma “onda” de descidas de ÓVNIs no Brasil, principalmente no Estado de São Paulo, sendo por três vezes em São Pedro (com duas descidas numa mesma noite). Foram registradas 20 ocorrências nessa época. Agora também no dia 09, tivemos a notícia de dois “crop circles” em plantação de trigo na cidade de Ipuaçu em Santa Catarina e, dias depois, um terceiro caso em outra cidade do interior desse mesmo estado. Aqui tivemos esta marca num brejo no mesmo período. Será que estamos encaminhando para uma segunda “onda” de descidas de ÓVNIs neste ano?


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