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Vereadora em menos de 24 horas é remanejada para duas secretarias
A vereadora Edilene Cristina Alarcon, (DEM), conhecida como Edilene da Saúde, estava prestando serviço há 10 anos na área da saúde, onde, segundo ela, adquiriu muitos conhecimentos e pode auxiliar muitos munícipes. A prestação de serviço na área da saúde
A vereadora Edilene Cristina Alarcon, (DEM), conhecida como Edilene da Saúde, estava prestando serviço há 10 anos na área da saúde, onde, segundo ela, adquiriu muitos conhecimentos e pode auxiliar muitos munícipes. A prestação de serviço na área da saúde foi autorizada pela secretaria de educação onde a servidora pública estava locada. Porém uma verdadeira reviravolta rondou a vereadora. Em menos de 24 horas a servidora pública foi remanejada duas vezes pela atual administração. Através de um comunicado a vereadora foi convocada a se apresentar junto a secretaria de serviços urbanos, onde, segundo ela, solicitaram que trabalhasse no Mini Horto. Após a repercussão do caso nas redes sociais, em menos de 24 horas a servidora e vereadora foi transferida novamente, agora para o cargo onde foi concursada inicialmente, na Secretaria de Educação.
Segundo a vereadora o motivo principal desta transferia seria perseguição política, já que desde o início de sua gestão, tem marcado posição contrária a alguns atos da prefeitura e foi rotulada como opositora pela atual administração. 
“Eles apenas disseram a mim que eu estava em desvio de função já que fui concursada na Secretaria de Educação” relatou a servidora.
Eleita em outubro passado, para seu primeiro mandato, Edilene cumpria férias acumuladas como servidora municipal, até o último dia 11 de abril, quando deveria retornar ao Posto de Saúde, mas foi tomada de surpresa, sendo comunicada que deveria passar no departamento de Recursos Humanos para assumir outra função.
Edilene sempre foi muito elogiada pela população água-pedrense pelo trabalho desenvolvido no posto de Saúde do município e a prova disso foi sua eleição com 118 votos fazendo com que assumisse a cadeira no legislativo, deixando clara, sua posição política. 
“Não tenho dúvidas que se trata de perseguição política. Não quiseram explorar meu conhecimento na área da saúde, adquirido nesses últimos 10 anos de trabalho. Nem chegaram a sugerir um trabalho lá na secretaria. Pra mim, está claro que por razões politicas,  não querem que eu fique na saúde”,  enfatizou Edilene, enfatizando que a chefia não quer aproveitar seu potencial, “Independente do meu cargo de trabalho continuarei exercendo minha função de vereadora e representando a população com mais vontade ainda”. Concluiu a vereadora. 
 
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